Artigos
Os benefícios do uso de seus princípios ativos de maneira terapêutica foram confirmados na ciência após anos de estudos.
Diferentemente do senso comum, a Aromaterapia não pode ser comparada à perfumaria por possuir aromas agradáveis para passar pelo corpo. Ela tem sua missão concretizada através do olfato, mas não é apenas pelo aroma que os óleos atuam.
A Aromaterapia está vinculada diretamente ao autoconhecimento, uma vez que é preciso entender o histórico de vida, o momento que o indivíduo está vivendo, entre outras características pessoais para prescrever o óleo ideal.
Por isso, é correto dizer que não existe uma receita pronta de óleos que sirva para todos, mas sim diversos caminhos para atingir um objetivo específico de cada pessoa.
Os óleos trazem mensagens químicas, emocionais, energéticas e frequências vibracionais, por isso é uma preciosidade que pode ser útil na rotina, mas lembre-se: o uso não deve ser motivado somente pelo aroma.
Atualmente, há um vasto repertório de óleos que podem ser aplicados para diferentes finalidades, sempre focando na raiz do problema. Uma dor de cabeça, por exemplo, pode estar relacionada a um quadro de má digestão. Nesse caso, os óleos de menta e erva doce podem ser recomendados para tratar a causa e, consequentemente, amenizar a dor de cabeça.
Outros óleos podem auxiliar em nossa disposição e bem-estar, como é o caso dos óleos Yang. O gerânio, por exemplo, estimula o ato de fazer e agir, além de auxiliar na revisão de questões pessoais e profissionais. Já quem precisa desacelerar um pouco, os óleos Yin, como o de lavanda, são os mais recomendados.
Já outros óleos auxiliam na prevenção de doenças como as decorrentes do frio intenso. Os óleos Yang, como o gengibre, ajudam a aquecer o corpo e estimulam o Yang adormecido durante o frio, dando vitalidade e energia para o corpo.
É importante compreender que o uso dos óleos essenciais é muito benéfico para nossa saúde e hoje temos uma grande variedade disponível no mercado. Porém, a Aromaterapia não é recomendada para todas as pessoas, já que a alta concentração da planta para a fabricação do óleo resulta em algumas contraindicações.
Os óleos essenciais são resultado de um processo de extração das plantas. Cada tipo de planta exige uma técnica diferente para a destilação do óleo, sendo necessária grande quantidade da mesma para que um frasco inteiro seja produzido.
Exemplificando: uma gota de óleo essencial equivale a 25 xicaras de chá da planta; ou uma gota de óleo é equivalente a 50 gramas da planta seca. Ou seja, a alta concentração pode ser perigosa se o óleo for consumido em grandes quantidades ou ingerido internamente, podendo causar efeitos colaterais.
Por isso, é preciso contar com a orientação de um aromaterapeuta habilitado que conheça a química dos óleos, as contraindicações e saiba mais sobre quem irá utilizá-lo. Também é importante compreender a interação medicamentosa dos óleos. Eles podem acelerar o uso de componentes químicos dos medicamentos ou anulá-los.
A Aromaterapia Vibracional pode ser uma alternativa mais segura e natural para utilizar os óleos essenciais em seu cotidiano. Essa é uma forma mais ecologicamente correta de desfrutar dos óleos sem agredir a natureza e sem riscos para o corpo. Utiliza-se os mesmos princípios ativos, mas com consumo mais sustentável e simples do que a Aromaterapia Tradicional.
Reforço que a Aromaterapia é uma terapia integrativa que deve ser indicada de maneira individual, baseando-se nos princípios ativos das plantas e nas necessidades do interagente. Procure sempre um profissional habilitado para orientação e desfrute do que a natureza tem de melhor!
Saiba mais sobre Aromaterapia no Portal Soham.
Autor
Sandra Agrizzi