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A consciência de que ha vários ‘ângulos da verdade’ aplica-se à todas as situações das nossas vidas.
Como exemplo básico, hoje, pelo calendário Gregoriano, estamos em agosto de 2021. Em sete outros calendários diferentes, o Juliano, o Chinês, o Judaico, o Islâmico, o Etíope, o Juche e o Maia, a data de hoje é diferente. A realidade tem várias verdades, ou a verdade tem vários ângulos.
No presente momento, o excesso de informação sobre todos os férteis temas e detalhes da Pandemia Covid-19 (origem do vírus, teorias conspiratórias, eficácia das vacinas, etc.) permite-nos analisar as várias versões proferidas pelos especialistas, políticos, ou mesmo os leigos – muitas delas contraditórias entre si.
No entanto na leitura fria e racional sobre dados estatísticos, apenas se pode colocar em causa a origem, a fonte dos referidos dados.
Pelos dados do INE, o número de óbitos em Portugal nos três últimos anos antes da Pandemia, de 2017 a 2019, ultrapassou os 110.000 óbitos ano. Dividindo por 12 meses, dá a media mensal superior a 9.000 óbitos mês, ou seja, uma média diária superior a 300 mortes. A notícia diária nos telejornais é a dos 5 a 20 mortes diárias aparentemente por Covid-19.
A nível mundial houve até hoje 211.850.238 infectados com o vírus Covid-19, dos quais 97,91% recuperaram.
Até hoje faleceram, “aparentemente” com Covid, apenas 0,06% da população mundial e, em nenhum país a mortalidade atingiu 1%. Em Portugal está em 0,17% (Fonte DGS).
A população com o sistema imunológico mais debilitado, e consequentemente os mais idosos, foram e são os mais afetados, fato natural em qualquer surto viral.
O evitar a morte e o sofrimento é um instinto biológico. Contudo, os governos, a imprensa e os médicos construíram a atual Pandemia do MEDO, instalada em milhões de seres humanos.
A inequívoca verdade é que existe um vírus, independente da sua origem intencional ou não, que não é letal e que a humanidade, nesta fase global, atravessa um momento particular caracterizado por uma das piores crises econômicas, provocando a quebra do comércio e da industria, desemprego e todas as inúmeras consequências sociais que daí advêm.
O vídeo do médico patologista canadense Roger Hodkison nos faz viajar pela consciência dos vários ângulos da verdade, e o mais importante será analisarmos o que mais ressoa em nós e porquê, bem como a questão: “o que queremos fazer de hoje em diante?”.
Quanto mais depressa interiorizarmos a ideia de que vamos ter que conviver com a pandemia, melhor. Assim como é crucial garantir a liberdade de cada ser humano estar confortável com aquilo em que acredita.
Autor
Jorge Coelho Lopes