Hipertensão Arterial – Entenda essa Patologia

Autor

Redação Soham

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Hipertensão Arterial – Entenda essa Patologia

A hipertensão arterial ou pressão alta é uma doença crônica ocasionada pelos níveis elevados da pressão sanguínea nas artérias.

É considerado hipertenso, o indivíduo que apresenta uma pressão sistólica maior ou igual 140 mmHg e diastólica maior ou igual 90 mmHg.

Ao ocorrer o aumento da pressão, o coração precisa se esforçar mais do que o normal para distribuir o sangue pelo corpo corretamente. Como consequência, tal condição pode aumentar o risco de um acidente vascular cerebral, enfarte, aneurisma arterial e insuficiência renal e cardíaca.

Embora a hipertensão seja mais comum em adultos, muitas vezes se desenvolve durante a infância e adolescência. No Brasil, a patologia acomete cerca de 32,5% dos adultos.

Quanto mais a pressão estiver elevada, mais propício é o desenvolvimento de complicações como infarto agudo do miocárdio, acidente vascular cerebral (AVC), doença renal crônica, entre outras. Segundo a organização mundial da saúde (OMS), no ano de 2013, a doença causou cerca de 9,4 milhões de mortes por conta das complicações.

Causas

A hipertensão pode ser de dois tipos: primária, que não apresenta uma causa específica para o desenvolvimento, geralmente há uma predisposição genética; e a secundária, cujas causas são conhecidas e podem ser nefropatias, diabetes, apneia do sono, doenças renais, distúrbios hormonais, pré-eclâmpsia, entre outras.
Alguns fatores como obesidade, tabagismo, estresse, ingesta excessiva de álcool ou de sódio podem corroborar para o aparecimento da hipertensão arterial.


Sintomas

Um aumento lento da pressão arterial geralmente não causa sintomas. No entanto, um aumento repentino da pressão pode causar

  • Dores de cabeça;
  • Tonturas;
  • Fadiga;
  • Náuseas e vômitos;
  • Insuficiência cardíaca;
  • Convulsões;
  • Dor torácica ou abdominal.

Alguns hábitos podem agravar os sintomas e aumentar os riscos da doença, como sedentarismo, dieta rica em sal e gordura.

Além disso, fatores psicossociais, como o estresse, também influenciam.

Para o diagnóstico, é preciso aferir a pressão arterial frequentemente e realizar uma investigação clínica e laboratorial de rotina.

O tratamento não medicamentoso é o mais indicado, como a mudança de hábitos alimentares e praticar atividades físicas regularmente. Porém, em casos mais graves, é preciso aliar o uso de medicamentos.

Autor

Redação Soham

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