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Manter a distância das pessoas auxilia a diminuir a rápida propagação do vírus. Distanciamento social bate de frente com a cultura do brasileiro, nós estamos acostumados a chegar em um local e apertar a mão, abraçar, beijar antes de iniciar qualquer conversa. Mas agora não pode! Temos que manter a distância das pessoas.
“Namastê”, originada do Sânscrito (uma língua ancestral do Nepal e da Índia), é amplamente utilizada como cumprimento ou saudação em culturas do oriente (e recentemente também no ocidente). Conforme o próprio significado literal: “curvo-me diante de ti”, ela carrega em sua essência um ato de humildade e honra com o próximo. Ao curvar-se o tronco e a cabeça diante da pessoa que estamos cumprimentando, mesmo que em silêncio, estamos dizendo “o divino que habita em mim, reconhece o divino que existe em você”. Você pode pressionar as mão juntas com as palmas encostando e os dedos voltado para cima, próximo a região do peito na hora de se curvar.
É a combinação perfeita para os tempos de hoje, cai como uma luvas para a atual mudança cultural que estamos sendo obrigados a nos adaptar. Então vamos lembrar hein, quando vIr algum conhecido é “namastê”, com distância segura contra o coronavírus.
Autor
Guilherme Rossini